Celina Leão sanciona projeto de Roosevelt Vilela que cria a Tabela SUS Candanga

Nova lei autoriza o GDF a complementar valores pagos pelo SUS e ampliar consultas, exames e cirurgias na rede conveniada.


Celina Leão sanciona projeto de Roosevelt Vilela que cria a Tabela SUS Candanga Tabela SUS Candanga promete reduzir filas no DF

A saúde pública do Distrito Federal vive um momento histórico. Foi sancionado nesta quinta-feira (28) o Projeto de Lei nº 2.144/2026, que institui a chamada “Tabela SUS Candanga”, iniciativa do deputado distrital Roosevelt Vilela com governo do Distrito Federal. A medida promete revolucionar a saúde do DF ao ampliar consultas, exames e cirurgias por meio da rede privada conveniada ao SUS.

A nova legislação autoriza o GDF a complementar os valores pagos pela tabela nacional do SUS para hospitais privados e filantrópicos conveniados, permitindo ampliar a oferta de atendimentos e reduzir as filas históricas da saúde pública no Distrito Federal.

Segundo o texto do projeto, a “Tabela SUS Candanga” permitirá ao Distrito Federal utilizar recursos próprios para tornar mais atrativo o atendimento de pacientes do SUS pela rede complementar, destravando a capacidade ociosa de hospitais particulares e filantrópicos.

O deputado Roosevelt Vilela destacou que a sanção representa um novo modelo para a saúde pública do DF:

“A Tabela SUS Candanga nasce para salvar vidas e devolver dignidade à população do Distrito Federal. Hoje, milhares de pessoas aguardam meses ou até anos por uma cirurgia, um exame ou uma consulta especializada. Esse projeto cria um novo modelo de gestão, permitindo que o GDF utilize a estrutura da rede privada para atender quem mais precisa”, afirmou.

Roosevelt também ressaltou o papel da governadora Celina Leão na construção da proposta: “Quero reconhecer a sensibilidade e a coragem da governadora Celina Leão, que entendeu a urgência dessa pauta e abraçou esse projeto junto conosco. A saúde pública do DF precisava de uma solução moderna, eficiente e permanente para enfrentar o problema das filas”, declarou.


A proposta se inspira em modelos já implementados em outros estados e prevê que o Governo do Distrito Federal regulamente os procedimentos prioritários e os critérios de complementação financeira.

“Estamos falando de um projeto que vai revolucionar a saúde do Distrito Federal. Em vez de deixar o cidadão sofrendo na fila, o governo poderá contratar a capacidade disponível da rede privada com mais eficiência e previsibilidade. Isso significa mais cirurgias, mais exames, menos judicialização e atendimento mais rápido para a população”, concluiu Roosevelt.




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