Roosevelt Vilela defende prioridade a regiões vulneráveis na expansão das escolas cívico-militares
Em entrevista ao Vozes da Comunidade, deputado citou Samambaia, Ceilândia e outras regiões ao explicar os critérios defendidos para implantação do modelo no Distrito Federal
Roosevelt Vilela defendeu que a expansão das escolas cívico-militares priorize regiões com maiores desafios sociais e educacionais. Samambaia, Ceilândia, Santa Maria, Sol Nascente e Riacho Fundo II foram citadas pelo deputado durante entrevista ao Voz A expansão das escolas cívico-militares voltou ao debate no Distrito Federal após o deputado distrital Roosevelt Vilela (PL) detalhar como, segundo ele, o modelo deve alcançar prioritariamente comunidades que enfrentam problemas de violência, evasão escolar e dificuldades de aprendizagem. As declarações foram feitas durante entrevista ao Vozes da Comunidade, apresentado pelo jornalista Toni Duarte, na sexta-feira (25). Oito Quatro Notícias
Ao tratar da distribuição das unidades, Roosevelt citou Samambaia, Ceilândia, Santa Maria, Sol Nascente e Riacho Fundo II. O parlamentar argumentou que a expansão deve priorizar regiões com maior vulnerabilidade, em vez de concentrar inicialmente o programa em áreas como Lago Sul e Plano Piloto. Os critérios relacionados a vulnerabilidade e indicadores sociais e educacionais também estão previstos no marco legal do programa. Oito Quatro Notícias
Durante a entrevista, Roosevelt também rejeitou a interpretação de que o modelo transfira aos militares o papel pedagógico dos professores. Pela Lei nº 7.937/2026, de autoria do deputado, a Secretaria de Educação permanece responsável pelas áreas administrativa e pedagógica, enquanto a Secretaria de Segurança Pública participa da gestão disciplinar. A norma criou o marco legal específico das escolas cívico-militares no DF. Clube DF
Roosevelt afirmou ainda que a rede chegou a 26 escolas nesse formato e que outras cinco tiveram expansão autorizada. Há uma ressalva: publicações do início de setembro mencionavam 25 unidades, enquanto as mais recentes registram 26. Por isso, o número atualizado deve ser atribuído ao parlamentar enquanto não houver uma consolidação oficial mais recente da Secretaria de Educação confirmando a quantidade.




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